Maria Eugênia, psicóloga para luto em Ribeirão Preto, no consultório da Cuidado e Afeto

Psicóloga para Luto Acolhimento no seu tempo

Não existe prazo certo para o luto. Aqui, sua dor é acolhida sem pressa.

CRP 06/172145 · Formação em luto IFEN-RJ · Presencial em Ribeirão Preto e Online

O que é o luto

Quando alguém que você ama se vai, o mundo ao redor continua girando enquanto o seu parece ter parado. É comum sentir que ninguém entende o que você está passando, que a dor deveria ter diminuído, que algo está errado com você por ainda sentir tanto.

O luto é a resposta natural do corpo e da mente à perda de alguém ou algo significativo na sua vida. Não é uma doença, não tem prazo para acabar e não segue etapas previsíveis. Cada pessoa vive o luto de um jeito, e todos eles são legítimos.

O luto também não se limita à morte de alguém próximo. Existe o luto antecipado, quando a perda ainda não aconteceu mas já se faz presente. O luto perinatal, pela perda de um bebê durante a gestação ou nos primeiros dias de vida. O luto por um animal de estimação, tantas vezes minimizado mas profundamente real. E o luto por perdas simbólicas: um relacionamento, uma fase da vida, um projeto de futuro que não se realizou.

O que você sente faz sentido. A terapia para luto oferece um espaço onde essa dor é acolhida: sem pressa, sem julgamento e sem a expectativa de que você “siga em frente” antes de estar pronta(o).

Sinais de que você precisa de ajuda profissional

Nem todo luto precisa de acompanhamento terapêutico. Os sinais abaixo indicam quando a dor pede apoio profissional.

  • O luto paralisa.

    Você não consegue retomar atividades que antes eram normais: trabalhar, comer, cuidar de si.

  • O sono não vem.

    Insônia prolongada, pesadelos recorrentes ou exaustão que não passa com descanso.

  • O isolamento cresceu.

    Você se afastou das pessoas que ama porque a presença delas ficou difícil de suportar.

  • A culpa não solta.

    Pensamentos repetitivos sobre "o que eu poderia ter feito" ou "eu deveria ter estado lá".

  • A dor não diminui com o tempo.

    Meses ou anos se passaram e a intensidade da dor continua a mesma.

  • A rotina perdeu sentido.

    Fazer qualquer coisa parece vazio ou inútil.

  • Você busca alívio em álcool ou medicação.

    Para dormir, para não pensar, para aguentar o dia.

Como a terapia para luto funciona

A terapia para luto coloca alguém ao seu lado enquanto você atravessa a perda, no seu tempo.

  1. Conversa inicial

    Fale comigo pelo WhatsApp: sem compromisso, sem formulário, só para contar o que está sentindo. Esse primeiro contato é seu, e estou aqui para escutar.
  2. Primeira sessão

    Você não precisa ter as palavras certas nem organizar o que sente antes de chegar. Escuto o que está presente, sem julgamento e sem pressa.
  3. O processo

    O luto não some. Com o tempo, você aprende a vivê-lo sem que ele paralise tudo ao redor.

A terapia segue a abordagem fenomenológica existencial: sem etapas mecânicas, sem receita.

Maria Eugênia sentada na poltrona do consultório, em ambiente acolhedor com luz natural

Minha experiência com o luto

Eu sei o que é a dor do luto porque já a vivi. Acordei um dia com um vazio que não cabia em nenhuma palavra.

Passei por um processo de perda que me fez repensar tudo o que eu acreditava saber sobre acolhimento. A formação no IFEN-RJ me deu ferramentas clínicas. A experiência vivida me ensinou que o luto precisa de presença, não de explicação ou de prazo.

Quando você chega ao meu consultório buscando terapia para luto, escuto como alguém que sabe o peso de carregar uma ausência todos os dias, e que encontrou, com o tempo, uma forma de viver com ela.

Avaliações no Google

As avaliações da clínica ficam no perfil do Google.

Perguntas frequentes sobre luto

Perguntas que aparecem com frequência entre as pessoas que me procuram para acompanhamento de luto.

Com escuta sem julgamento e sem pressa. Com o tempo, você consegue nomear a dor, entender o que ela pede e encontrar formas de continuar vivendo que respeitem quem se foi.

Não existe prazo — cada pessoa tem seu tempo. A terapia não tenta encurtar o processo: acompanha você enquanto o luto vai encontrando o seu lugar.

Negação, raiva, barganha, depressão e aceitação são as mais conhecidas. Mas na prática essas fases não acontecem em ordem e nem todas aparecem. Cada pessoa vive o luto de forma única — esses modelos ajudam a entender, nunca devem ser usados como régua.

É quando a dor da perda não encontra movimento com o tempo. A pessoa não retoma a rotina, evita tudo que lembra quem se foi ou sente que a vida perdeu o sentido. A terapia ajuda a diferenciar o que precisa de tempo do que precisa de ajuda.

É a dor pela perda de um bebê durante a gestação, no parto ou nos primeiros dias de vida. A sociedade costuma minimizar, mas a perda é real e a dor precisa de espaço. A terapia oferece esse espaço.

Acontece quando a perda ainda não se concretizou, mas já está presente. É comum em familiares de pessoas com doenças terminais. A pessoa vive o luto antes da morte, com preparação e culpa misturadas. A terapia ajuda a dar contorno a essa experiência.

Pode, mas não necessariamente. Luto e depressão compartilham sintomas, porém são processos diferentes. No luto, a dor se liga à perda específica; na depressão, o vazio se generaliza. Se a dor não encontra movimento com o tempo, vale buscar avaliação.

Sim, é uma das emoções mais comuns no luto. Raiva de quem morreu, de quem ficou, de si mesmo. Não existe emoção errada no luto. A terapia oferece espaço para sentir raiva sem culpa.

Absolutamente. O vínculo com um animal pode ser tão profundo quanto qualquer outro. A perda de um pet é um luto real, com dor real. Se está pesando, você pode e deve buscar apoio.

Você não precisa carregar o luto sozinha(o).

Se precisa de alguém que entenda sem julgar, estou aqui. O primeiro passo é uma conversa: sem compromisso, sem pressa.

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